domingo, 11 de fevereiro de 2007

4ª Edição, "A orquestra bizarra"

5 comentários:

Anônimo disse...

Creio(não sei, minha memória é uma merdra) que já vi um glosa no CCH, e que eu havia gostado. A poesia é um dos meus principais interesses. Òtimo que exista este zine e este blog

Anônimo disse...

Essa quarta edição em especial, pude ver a evolução das poesias e concluir que estão fazendo sentir todo o sentimento que expressam. E posso, de acordo com o que senti ao ler esta edição, dizer que possui um sentimento feminino, ou um eu-lírico realmente feminino. O que é bastante interessante observar que o campo de expressão se abre, permitindo gerar uma confusão de eus-líricos em leitores pouco observadores. (Desconsiderem o fato deste comentário se expressar de forma vazia, pois no curso de letras, não há uma formação para críticos literários!)

gLoSa disse...

Mas quem precisa de críticos literários? Mil vezes um comentário como seu a uma explanação de alto nível teórico... o que não há é a formação de poesia em São Luís, o espaço está meio que saturado de coisas enfadonhas, de nomes e sobrenomes...
Fazemos poesia com o suor dos dedos, com a insistência e com uma utopia bastarda... A tentativa do Glosa é abrir o espaço e tirar esses “empata-fodas” de seus pedestais de vaidades...

Mudamos muito o foco das poesias... que bom que você observou! Quebramos muito a cabeça por que vimos que o Glosa estavam caminhando para uma semântica machista - vemos muito esse defeito no glosa 2, exceto pela poesia de caramello, e em parte do 3 que começou a explorar a feminilidade com a Brígida e um pouco da homossexualidade...

No próximo trabalharemos universos bem mais vastos, trabalharemos mais a perversão, as “filias”...

Manuca de Paula disse...

tropical;
hedonista;
cirenaico;
epicuro...

Anônimo disse...

A "Orquestra Bizarra" marca mesmo uma evolução diante das edições anteriores. "Manufatura" tem um ritmo verdadeiro, desperta a sensibilidade do leitor atento.
pode despertar a atitude curiosa dos leitores pudicos...